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quarta-feira, 30 de março de 2011

PSICODIAGNÓSTICO INTERVENTIVO

ZENGO, Cleide G. et al.

PSICODIAGNÓSTICO INTERVENTIVO


Trabalho apresentado à Disciplina de Psicodiagnóstico I, do 7º semestre, do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde.
Professora: Lia Dauber



1 INTRODUÇÃO


A clínica da atualidade tem demonstrado uma necessidade de pesquisas e desenvolvimento de técnicas de intervenção iniciais e eficazes para pessoas que procuram atendimento psicológico. Quando o tema é compreender as causas do sofrimento psíquico, acredita-se que todas as contribuições são relevantes e bem vindas, na medida em que o mundo mental é um constante desafio à nossa compreensão.
O Psicodiagnóstico Interventivo consiste em uma prática da Psicologia Clínica que integra dois processos os avaliativos e os terapêuticos. Sua fundamentação repousa no potencial da situação diagnóstica para trazer à tona, de maneira concentrada, aspectos centrais da personalidade do indivíduo. Nesse método de intervenção são utilizados assinalamentos e interpretações desde a primeira entrevista com o paciente e durante a aplicação de técnicas projetivas. A fundamentação da intervenção está no potencial da situação diagnóstica para trazer à tona, de maneira concentrada, aspectos centrais da personalidade do indivíduo que são essenciais para a compreensão de seus conflitos e tensões.

terça-feira, 29 de março de 2011

GESTALT NA ABORGAGEM DA FENOMENOLOGIA HUMANISTA: O diagnóstico

ALBUQUERQUE, Ted W. P. de; CASSOL, Diego Sousa; MARQUES, Flávia; JUREMEIRA, Robson L. S.; MIRANDA, Critiana P. C.; OLIVEIRA, Osvaldo J. de; SILVA, Air Vieira da.


GESTALT NA ABORGAGEM DA FENOMENOLOGIA HUMANISTA: O diagnóstico

Trabalho apresentado como SEMINÁRIO na disciplina Psicodiagnóstico, do 7º Semestre do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Biológicas e da saúde da UNIGRAN, ministrada pela Professora Msc LIA DAUBER.


1. INTRODUÇÃO 

O movimento gestáltico surgiu no período compreendido entre 1930 e 1940 e teve como expoentes máximos: Max Wertheimer (1880-1943), Wolfgang Köhler (1887-1967) e Kurt Koffka (1886-1941). Posteriormente Kurt Goldstein (1878-1965) dedicou-se ao estudo das manifestações comportamentais com base nas noções da Psicologia da Gestalt, com Frederick Perls (1893-1970), criador da Gestalt-terapia. A Psicologia da Gestalt teve sua origem na Alemanha a psicologia da forma (gestalt) nasceu de uma rebelião contra a ciência estabelecida na época. Por se oporem à tradição acadêmica da psicologia mais antiga (psicologia experimental), a gestalt era conhecida como uma psicologia de protesto.
A Psicologia da Gestalt originou-se como uma teoria da percepção que incluía as relações entre a forma do objeto e os processos do indivíduo que o recebe. Para os psicólogos gestaltistas, toda a percepção é uma gestalt, um todo que não pode ser compreendido pelas partes. O todo é mais que a soma das partes, uma paisagem não é apenas relva, mas céu, árvores, nuvens e outros detalhes, ela é uma percepção única que depende das relações existentes, definidas umas com as outras. Se mudarmos as relações, a qualidade do todo mudará completamente. Não são as partes separadas de uma melodia que caracterizam a percepção de uma melodia. A percepção que temos de um objeto qualquer é um todo, tem caráter global - é uma gestalt. A relação estabelecida entre as partes do todo pode ter vários tipos, entre eles a relação figura e fundo.

O PSICODIAGNÓSTICO NA TERAPIA COGNITIVA-COMPORAMENTAL

BATISTA, Railene; BATTISTI, Clarissa F.; FRANÇA, Italys de S.;  GONÇALVES, Renata R.; PACHECO, Aline K. B.

O PSICODIAGNÓSTICO NA TERAPIA COGNITIVA-COMPORAMENTAL

Trabalho apresentado à Disciplina de Psicodiagnóstico I, do 7º semestre, do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde.
Professora: Lia Dauber

1 INTRODUÇÃO

O trabalho busca esclarecer como é realizado o Psicodiagnóstico sob a perspectiva da abordagem da Terapia Cognitivo Comportamental, bem como conceitualizar os termos para um melhor entendimento do assunto abordado.
Buscou-se fazer uma explanação no âmbito geral do assunto a fim de que pudéssemos ter a noção de como se realiza o psicodiagnóstico na modalidade de terapia já acima citada.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

JUNG E OS CONCEITOS BÁSICOS DA PSICOLOGIA ANALÍTICA

Por Vanilde Gerolim Portillo (2001)


Psicologia Analítica foi o nome escolhido por JUNG para abarcar todo o seu sistema teórico. É uma obra ampla e tem raízes profundas. Abordaremos, aqui, portanto, apenas os conceitos que ajudarão a elucidar este trabalho.

O que nos chama a atenção, ao contatarmos a obra de Jung, é que os termos ou nomes adotados por ele, para discriminar seus conceitos, têm perfeita conexão com o fato ou com o aspecto analisado em si. Não são termos inventados ao acaso e que nada significam, mas sim termos que carregam e explicam o seu próprio conteúdo.

Jung foi sujeito de suas próprias experiências no que se refere à investigação do inconsciente. Tudo o que ocorria com ele, incluindo os sonhos, fantasias, intuições, etc., que para a maioria das pessoas passaria despercebido, era para Jung uma fonte de pesquisa e análise. Homem extremamente intuitivo, sempre se interessou pelos fenômenos psíquicos.

Foi médico e psiquiatra; nasceu na cidade de Keswill, na Suíça em 26/07/1875 e viveu até 06/06/1961.

Conviveu com Bleuler, Adler, Freud e outros grandes nomes da psiquiatria. Fora da área médica, Jung manteve contatos e trocou idéias com grandes gênios como Einstein, Pauli, e outros. Estudou profundamente os grandes filósofos como Schopenhauer, Nitzsche e Kant.

Foi buscar lastro para suas idéias na Alquimia, na Mitologia, nos povos primitivos da Ásia, África e Índios Pueblos da América do Norte. Visitou, entre tantos lugares, a Índia em busca de respostas para suas dúvidas mais íntimas.

Filho de religiosos, seu pai era pastor luterano, desde cedo teve contato com a idéia de um Deus e bem cedo começou o questionamento sobre a origem e a finalidade da vida humana, perguntas para as quais não obteve resposta através de seu pai, nem tão pouco nos livros religiosos e escritos da época.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PSICANÁLISE E PSICOTERAPIA - Uma Articulação Teórico-Clínica

 Um texto de:
Carlos Leal, Elizabeth Hermanson, Jocelém Botelho e Maria Helena Peixoto de Oliveira*
 
              Viver uma experiência psicanalítica, tanto do lugar de analista como de analisando, é poder praticar a arte do falar e do ouvir.
            Foi ouvindo que Freud criou a psicanálise e, justamente ouvindo, é que a psicanálise pode constantemente se recriar.
            O que dizem nossas clínicas?
            Nos últimos tempos, uma série de artigos contrapondo psicanálise e psicoterapias vêm sendo publicados, tanto no Brasil como no exterior, procurando delimitar fronteiras e estabelecer identidades teórico- clínicas.
            O que significa isso? A psicanálise mudou? Os “tempos” mudaram? As subjetividades têm novos modelos de se constituir? A globalização invade as práticas clínicas?
Quem de nós, psicanalistas, nunca se perguntou, no refúgio das paredes de seus consultórios, se o que faz com aquele determinado paciente é psicanálise ou não?
            É psicoterapia ou psicanálise? Implicando a questão, na maioria das vezes, em juízos de valor.
            Tentando pensar esse contraponto, que não é novo, pois Freud já se referira a ele, nos propomos a fazer um estudo considerando como eixos de reflexão os aspectos históricos, a identidade teórico-clínica destas práticas, e as questões relacionadas à formação e identidade dos terapeutas no contexto atual.  
Contextualização Histórica
 De que forma compreendemos a relevância deste tema no contexto da clínica contemporânea ?
            Partindo dos verbetes sobre Psicanálise e Psicoterapia enunciados por Laplanche e Pontalis (1983) no seu Vocabulário de Psicanálise:
 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

Os princípios fundamentais da terapia cognitivo- comportamental (tcc) foram ligados a idéia que foram descritas pela primeira vez há milhares de anos. A tcc é uma abordagem de senso comum que se baseia em dois princípios centrais, nossa cognição tem uma influencia controladora sobre nossas emoções e comportamentos e, o modo como agimos ou nos comportamos pode afetar profundamente nossos padrões de pensamento e nossas emoções. As primeiras formulações de Beck centravam se no papel do processamento de informações desadaptativo em depressão e transtorno de ansiedade e foi o primeiro a desenvolver completamente teorias e métodos para aplicar as intervenções cognitivas e comportamentais, ele descreveu uma conceitualizacao cognitiva da depressão na qual os sintomas estavam relacionados a um estilo negativo de pensamento em três domínios, si mesmo, mundo e futuro. A atenção consciente nos permite monitorar e avaliar as interações com o meio ambiente, ligar memória passada as experiências presente, controlar e planejar ações futuras.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Melanie Klein e Winnicott


Teve muitas perdas em sua vida. Perdeu o irmão aos 4 anos de idade, aos 18 perdeu o pai e aos 21 o irmão. Conhece a psicanálise aos 35 anos apenas. Se casa com um engenheiro químico e muda-se para Budapeste. Conhece a obra de Freud e inicia terapia com Ferenczi por um ano e meio. Até então, tinha crises depressivas, relações conturbadas e sumiços. Ferenczi sugere que ela atenda crianças. Seu primeiro paciente é o próprio filho a quem ela se refere como Fritz (seu nome era de fato Erik). Ele tinha 7 anos e dificuldades de aprendizado por razões emocionais. Muda para Berlim e passa a fazer análise com Karl Abraham, que morre em seguida. Klein se isola e cria uma inimiga, Helgh Hellmuth.
É convidada a permanecer em Londres depois de uma palestra em que tratou de Fritz. Com a vinda de Freud para Londres, cria-se dois grupos: o de Klein, onde a criança pode ser analisada desde muito cedo, no mesmo modo dos adultos (transferência, inconsciente, etc) e o grupo de Anna Freud que afirmava não haver transferência antes da resolução Edipiana.

Klein usava brincadeiras para acessar o inconsciente infantil. Associação livre a partir dos 2,5 anos.

A teoria de Anna Freud dá origem à Teoria do Ego (Americana) que visa a adaptação.
A teoria de Klein diz respeito a duas pulsões: de vida (gratidão) e de morte (inveja).