sábado, 25 de agosto de 2012

Freud OnLine

Há pessoas que preferem o material impresso, palpável, contudo os tempos estão mudando e algumas outras já se habituaram a documentos eletrônicos (diria que você é uma delas se está lendo isso agora). Para estas últimas que gostam de ler os trabalhos de Freud, pai da Psicanálise, e para as primeiras que estão se habituando a esse tipo de documento, um site criado recentemente - FreudOnline - compõe todas as publicações desse grande autor. Para os interessados, disponibilizo o link, façam bom proveito. 

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O VALOR DA VIDA - UMA ENTREVISTA RARA DE FREUD

Concedida ao jornalista George Sylvester Viereck Alpes Austríacos – 1926 (Tradução de Paulo César Souza)

 Freud: Setenta anos ensinaram-me a aceitar a vida com serena humildade.

 (Quem fala é o professor Sigmund Freud, o grande explorador da alma. O cenário da nossa conversa foi uma casa de verão no Semmering, uma montanha nos Alpes austríacos. Eu havia visto o pai da psicanálise pela última vez em sua casa modesta na capital austríaca. Os poucos anos entre minha última visita e a atual multiplicaram as rugas na sua fronte. intensificaram a sua palidez de sábio. Sua face estava tensa, como se sentisse dor. Sua mente estava alerta, seu espírito firme, sua cortesia impecável como sempre, mas um ligeiro impedimento da fala me perturbou. Parece que um tumor maligno no maxilar superior necessitou ser operado. Desde então Freud usa uma prótese, para ele uma causa de constante irritação)

 Freud: Detesto o meu maxilar mecânico, porque a luta com o aparelho me consome tanta energia preciosa. Mas prefiro ele a maxilar nenhum. Ainda prefiro a existência à extinção. Talvez os deuses sejam gentis conosco, tornando a vida mais desagradável à medida que

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A ESCRAVIDÃO PSICOLÓGICA

Texto, na íntegra, recebido por email de Osvaldo Oliveira

Vamos começar esta lição estudando o seguinte texto, retirado do livro “A Revolução da Dialética”:
“A escravidão psicológica destrói a convivência. Depender psicologicamente de alguém é escravidão. Se nossa maneira de pensar, sentir e obrar depende da maneira de pensar, sentir e obrar daquelas pessoas que convivem conosco, então estamos escravizados. Constantemente, recebemos cartas de muita gente desejosa de dissolver o eu, porém queixam-se da mulher, dos filhos, do irmão, da família, do marido, do patrão, etc. Essas pessoas exigem condições para dissolver o eu. Querem comodidades para aniquilar o Ego, reclamam magnífica conduta daqueles que com eles convivem. O mais gracioso de tudo isto é que essas pobres pessoas buscam as mais variadas evasivas:

quarta-feira, 21 de março de 2012


PSICOLGOGIA E ENFERMAGEM: HUMANIZAÇÃO



FRANÇA, Italys de S.; PACHECO, Aline K. B.; BATTISTI, Carissa F.; RODRIGUES, Renata R.; BATISTA, Railene.

1 INTRODUÇÃO


            No presente está disposto a descrição de uma proposta de trabalho no curso de Enfermagem da UNIGRAN, com a apresentação de conceituações e resultado de observação feita por meio de conversa com responsáveis e acadêmicos do curso.
            Por meio de colher a demanda do curso foi possível analisar e propor um trabalho conjunto entre os acadêmicos de Psicologia e Enfermagem a fim de que a promoção de saúde fosse posta como atividade primordial de

domingo, 27 de novembro de 2011


A vida nos ensina diversas lições, mas nenhuma delas é mais importante do que o verdadeiro respeito e gratidão por aqueles que se dedicam a nós. 
Lia, hoje estamos aqui por você, assim como várias e várias vezes esteve lá na sala de aula, por nós. É-nos de imensa gratidão ter tido a oportunidade de te conhecer, uma pessoa de tamanho profissionalismo e dedicação. Admirada não somente entre nós alunos, mas também pelos colegas professores que a rodeia. Visivelmente aclamada em seu conhecimento. 
Sabemos que não é fácil, a luta do dia a dia é dura e cansativa, onde você muitas vezes tem que deixar sua rotina, seu marido, sua família para nos dedicar seu tempo, seus esforços, sua própria vida. Agradecemos por isso! 
Pois “somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro” disse certa vez Sigmund Freud, que dentre diversas outras citações, jamais esquecidas, também nos diz “como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada”, e estamos aqui hoje, justamente para reforçar esta segurança, para te dizer que se dependesse de nós seria a pessoa mais forte desse mundo. A mais forte
Não sabemos dizer o que poderia ter te motivado a dar tudo de si para o outro, ou melhor, para nós, para que pudéssemos nos tornar aquilo que tanto sonhamos em ser. Não sabemos o que a levou a escolher esse caminho por vezes tortuoso, mas sabemos muito bem o que dizer diante desta escolha: MUITO OBRIGADO! 
O nosso muito obrigado pelo tempo em que nos ouviu, pela maneira de como nos fazia abrir os olhos para o que estaríamos nos tornando, pela oportunidade de nos deixar aprender contigo, aprender aquilo que com tanto esforço conquistou e não que pensava duas vezes antes de nos compartilhar, de nos ensinar. Obrigado por nos ensinar.