sexta-feira, 11 de outubro de 2024

Política de Privacidade

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A sua privacidade é importante para nós! No Psiquni (https://psiquni.blogspot.com), estamos comprometidos em proteger os dados pessoais de nossos visitantes e usuários. Esta Política de Privacidade descreve como coletamos, utilizamos, protegemos e compartilhamos suas informações.

Ao acessar ou usar nosso site, você concorda com as práticas descritas nesta Política de Privacidade. Recomendamos que leia atentamente todos os termos para que esteja ciente de seus direitos e de como gerenciamos suas informações.

2. Coleta de Dados Pessoais

No Psiquni, coletamos diferentes tipos de informações, que podem incluir:

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Coletamos automaticamente algumas informações ao visitar o Psiquni, como:

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3. Uso dos Dados Coletados

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9. Alterações nesta Política

Podemos atualizar esta Política de Privacidade periodicamente para refletir mudanças nas práticas do Psiquni. Recomendamos revisar esta página ocasionalmente para se manter informado sobre qualquer alteração.

10. Contato

Para dúvidas sobre esta Política de Privacidade, entre em contato conosco pelo e-mail: italysf@gmail.com.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O TRABALHO COMO CONDIÇÃO DIFERENCIAL NO DESEMPENHO ACADÊMICO

Este trabalho foi meu artigo entregue para a conclusão do curso. Decidi disponibiliza-lo na íntegra aqui para que outras pessoas tenham acesso aos resultados e dados expressos a fim de poderem, cada vez mais, aprofundar nesta área ou mesmo complementar outras pesquisas.

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O TRABALHO COMO CONDIÇÃO DIFERENCIAL NO DESEMPENHO ACADÊMICO

WORK AS A DIFFERENTIAL CONDITION IN ACADEMIC PERFORMANCE


FRANÇA, Italys de S.[1]; CASSARO, Marlene C.[2]



Resumo

É de conhecimento que o trabalho influencia todos os âmbitos de nossa vida e não seria diferente no que diz respeito ao desempenho acadêmico, mais especificamente a gestão de tempo do aluno que trabalha. Foi realizada uma pesquisa de campo, quantitativa com alunos dos 1º e 5º anos de Psicologia de uma faculdade particular de ensino com o objetivo de verificar se a condição de trabalhador influencia no fator de gestão de tempo da população alvo. Para a realização da pesquisa foi utilizado questionário baseado no QVA (Questionário de Vivências Acadêmicas). Na pesquisa 54,47% dos acadêmicos disseram trabalhar e 45,53% marcaram que não possuem emprego, foi encontrado que a média dos itens com efeitos negativos relacionados com a boa gestão de tempo do acadêmico foi assinalada por 35,07% dos alunos que trabalham, contra 9,82% dos que não possuem emprego, percebendo-se então que a situação de trabalhador influencia negativamente na gestão de tempo dos acadêmicos.

Palavras-chave: Desempenho acadêmico, trabalho, gestão de tempo.

Abstract

It is common knowledge that the work influences all areas of our lives and would be no different with regard to academic performance, specifically the time management of the worker student. We conducted a field research, quantitative with students of 1st and 5th years of Psychology of a private college education in order to verify if the condition of worker influences the time management factor of the target population. For the research was used questionnaires based QVA (Academic Experiences Questionnaire) In the search, 54.47% of academicians said they are workers and 45.53% marked that do not have jobs, found that the average of the items with negative effects related with good time management was marked by the 35.07% of students who work, against 9.82% of those who do not have jobs, realizing then that the worker situation negatively influences in academicians managing time of.

Keywords: Academic performance, work, time management.




[1]Discente do último ano do curso de Psicologia do Centro Universitário da Grande Dourados / MS; italysf@gmail.com
[2] Docente orientadora, graduada em Psicologia pelo Centro Universitário da Grande Dourados Unigran (2003). Experiência na área de Psicologia clínica, especialista em terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Psicóloga Perita examinadora,especialista em psicologia do trânsito, Supervisora de estágios clínico e Psicologia Escolar do Centro Universitário da Grande Dourados / MS; marlenecostaprof@hotmail.com.

domingo, 14 de julho de 2013

QUERO FAZER, MAS >COMO< ?

Você já se perguntou como colocar em prática alguma técnica que viu ou ouviu falar, não é mesmo? 
Ou gostaria de aumentar seu poder social e conhecimento.
Já imaginou um lugar onde fosse produzido um vídeo com sua dúvida e ele pudesse ajudar as outras pessoas com a mesma dúvida? 

Então, certamente, vai gostar de ver:

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O PODER DA PERGUNTA

    Muitas pessoas procuram por respostas e, muitas vezes, que elas sejam razoáveis ao ponto de seus cérebros aceitarem para si tal resposta ou afirmação. Contudo, interessantemente, não aceitamos quando encontramos o que procurávamos. Que coisa estranha, não? Aí sim aumenta a sensação de estar perdido.
    Se eu colocasse aqui uma resposta simples para a pergunta que o incomoda, mesmo sendo aquilo que buscava, você não aceitaria e sabe o porquê? Porque é a MINHA resposta "simples" para uma demanda que é SUA.
    No fundo não procuramos algo de fora para responder algo de dentro, na verdade o que acontece é que precisamos encontrar o nosso porquê para a nossa pergunta. Eis uma boa razão que explicaria, e você vai concordar, a famosa frase "Se conselho fosse bom não se dava, se vendia".
Portanto, proponho agora auxiliá-lo a encontrar SUA resposta. Mas como meu caro amigo?
Pela utilização de uma técnica conhecida como Questionamento Socrático. Até porque, para um entendimento mais aprofundado sobre si, indico uma boa análise. ;)
    Ok, pouco nos conhecemos, algumas pessoas podem dizer que isso é ruim e outras dirão que esse fato é bom para o ser. No meu ponto de vista só se torna aconselhável muito nos conhecermos quanto estamos preparados para suportar o que surgir desse conhecimento (aqui está uma das principais funções do psicólogo, o suporte). Para termos uma ideia, possuímos defesas contra nós mesmos.
    Mas tudo bem, para aqueles que não estão em análise, aí vai a dica: responda sua(s) pergunta(s) com outras perguntas. É simples, não é? Não mesmo!
    Mas você vai ficar impressionado como não pensar na resposta pode ajudar sua mente a encontrá-la, conhecemos isso como insight. 
    Você pensa independentemente de sua vontade, não querer pensar na resposta, conscientemente, não irá adiantar. Mas e se eu não quiser saber inconscientemente? Aí você dará de cara com uma defesa sua e, muito provavelmente, não encontrará a resposta (a não ser que você seja muito f*da).
    Quer um exemplo daquele que corre de si mesmo?
"Não gosto desse tipo de gente que fica se achando melhor do que os outros só porque tem um pouco mais de dinheiro, mal sabe ele que os outros podem ser mais felizes";
-> Por que não gosto de gente assim?
-> Como me sinto com pessoas com mais dinheiro que eu?
-> O que o dinheiro representa pra mim?
-> Qual a relação entre dinheiro e felicidade pra mim?
-> O que eu teria se tivesse mais dinheiro, que não tenho agora?
-> O que busco não encontro sem o dinheiro?
-> Existem pessoas com mais dinheiros que eu e são (aparentam) ser mais felizes? Como me sinto com relação a isso?
-> Eu faria diferente se fosse comigo?
    É desconhecida a quantidade de perguntas que podem ser elaboradas a partir de uma simples afirmação e que, certamente, levará para outros assuntos que irá ser possível formular outras perguntas.
    Os caminhos menos óbvios podem esconder muitas respostas. Não se contente com uma resposta simplória!
"Eu não entendo porque ele faz isso"
Ao invés de tentar entender o -porque ele faz isso- se pergunte -> Por que eu me incomodo com isso?

    Traga a responsabilidade para si, afinal é você quem sente ou percebe. Enquanto estiver tentando entender o outro, colocando fora o que é para ser entendido dentro, não encontrará o que procura.

sábado, 25 de agosto de 2012

Freud OnLine

Há pessoas que preferem o material impresso, palpável, contudo os tempos estão mudando e algumas outras já se habituaram a documentos eletrônicos (diria que você é uma delas se está lendo isso agora). Para estas últimas que gostam de ler os trabalhos de Freud, pai da Psicanálise, e para as primeiras que estão se habituando a esse tipo de documento, um site criado recentemente - FreudOnline - compõe todas as publicações desse grande autor. Para os interessados, disponibilizo o link, façam bom proveito. 

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O VALOR DA VIDA - UMA ENTREVISTA RARA DE FREUD

Concedida ao jornalista George Sylvester Viereck Alpes Austríacos – 1926 (Tradução de Paulo César Souza)

 Freud: Setenta anos ensinaram-me a aceitar a vida com serena humildade.

 (Quem fala é o professor Sigmund Freud, o grande explorador da alma. O cenário da nossa conversa foi uma casa de verão no Semmering, uma montanha nos Alpes austríacos. Eu havia visto o pai da psicanálise pela última vez em sua casa modesta na capital austríaca. Os poucos anos entre minha última visita e a atual multiplicaram as rugas na sua fronte. intensificaram a sua palidez de sábio. Sua face estava tensa, como se sentisse dor. Sua mente estava alerta, seu espírito firme, sua cortesia impecável como sempre, mas um ligeiro impedimento da fala me perturbou. Parece que um tumor maligno no maxilar superior necessitou ser operado. Desde então Freud usa uma prótese, para ele uma causa de constante irritação)

 Freud: Detesto o meu maxilar mecânico, porque a luta com o aparelho me consome tanta energia preciosa. Mas prefiro ele a maxilar nenhum. Ainda prefiro a existência à extinção. Talvez os deuses sejam gentis conosco, tornando a vida mais desagradável à medida que

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A ESCRAVIDÃO PSICOLÓGICA

Texto, na íntegra, recebido por email de Osvaldo Oliveira

Vamos começar esta lição estudando o seguinte texto, retirado do livro “A Revolução da Dialética”:
“A escravidão psicológica destrói a convivência. Depender psicologicamente de alguém é escravidão. Se nossa maneira de pensar, sentir e obrar depende da maneira de pensar, sentir e obrar daquelas pessoas que convivem conosco, então estamos escravizados. Constantemente, recebemos cartas de muita gente desejosa de dissolver o eu, porém queixam-se da mulher, dos filhos, do irmão, da família, do marido, do patrão, etc. Essas pessoas exigem condições para dissolver o eu. Querem comodidades para aniquilar o Ego, reclamam magnífica conduta daqueles que com eles convivem. O mais gracioso de tudo isto é que essas pobres pessoas buscam as mais variadas evasivas:

quarta-feira, 21 de março de 2012


PSICOLGOGIA E ENFERMAGEM: HUMANIZAÇÃO



FRANÇA, Italys de S.; PACHECO, Aline K. B.; BATTISTI, Carissa F.; RODRIGUES, Renata R.; BATISTA, Railene.

1 INTRODUÇÃO


            No presente está disposto a descrição de uma proposta de trabalho no curso de Enfermagem da UNIGRAN, com a apresentação de conceituações e resultado de observação feita por meio de conversa com responsáveis e acadêmicos do curso.
            Por meio de colher a demanda do curso foi possível analisar e propor um trabalho conjunto entre os acadêmicos de Psicologia e Enfermagem a fim de que a promoção de saúde fosse posta como atividade primordial de

domingo, 27 de novembro de 2011


A vida nos ensina diversas lições, mas nenhuma delas é mais importante do que o verdadeiro respeito e gratidão por aqueles que se dedicam a nós. 
Lia, hoje estamos aqui por você, assim como várias e várias vezes esteve lá na sala de aula, por nós. É-nos de imensa gratidão ter tido a oportunidade de te conhecer, uma pessoa de tamanho profissionalismo e dedicação. Admirada não somente entre nós alunos, mas também pelos colegas professores que a rodeia. Visivelmente aclamada em seu conhecimento. 
Sabemos que não é fácil, a luta do dia a dia é dura e cansativa, onde você muitas vezes tem que deixar sua rotina, seu marido, sua família para nos dedicar seu tempo, seus esforços, sua própria vida. Agradecemos por isso! 
Pois “somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro” disse certa vez Sigmund Freud, que dentre diversas outras citações, jamais esquecidas, também nos diz “como fica forte uma pessoa quando está segura de ser amada”, e estamos aqui hoje, justamente para reforçar esta segurança, para te dizer que se dependesse de nós seria a pessoa mais forte desse mundo. A mais forte
Não sabemos dizer o que poderia ter te motivado a dar tudo de si para o outro, ou melhor, para nós, para que pudéssemos nos tornar aquilo que tanto sonhamos em ser. Não sabemos o que a levou a escolher esse caminho por vezes tortuoso, mas sabemos muito bem o que dizer diante desta escolha: MUITO OBRIGADO! 
O nosso muito obrigado pelo tempo em que nos ouviu, pela maneira de como nos fazia abrir os olhos para o que estaríamos nos tornando, pela oportunidade de nos deixar aprender contigo, aprender aquilo que com tanto esforço conquistou e não que pensava duas vezes antes de nos compartilhar, de nos ensinar. Obrigado por nos ensinar.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

FONTES GERADORAS DE GRANDE SOFRIMENTO

Texto recebido por email de Osvaldo Oliveira em 01 de Julho de 2011

Por  Rosemeire Zago

O sofrimento com certeza pode estar relacionado com situações que acontecem no presente, mas é importante buscar sua origem no passado, pois muitas vezes a dor original, aquela primeira vez que sentimos algo semelhante ao que nos faz sofrer hoje, vem lá de trás e sequer lembramos ou relacionamos com o sofrimento atual. Igualmente importante é percebermos nossas reações diante dos acontecimentos, pois eles fazem muita diferença naquilo que sentimos. Como você tem reagido a cada situação? Pense sobre isso.


Há ainda algumas fontes de grande sofrimento:




A rejeição . Assim como o abandono quando criança, é uma das causas que mais deixam sequelas em nós adultos. Pode acontecer por pais ausentes ou mesmo quando presentes pela falta de demonstração de apoio, carinho e amor. Crianças que sentiram rejeição ou abandono pelos pais ou por um deles

quinta-feira, 30 de junho de 2011

STRESS PÓS TAUMÁTICO LIGADO À DOENÇA CARDÍACA

Texto publicado no grupo de Hipnoterapia Yahoo! em 06 de junho de 2011.

Por Gastão Ribeiro


É o que mostra um estudo americano feito com veteranos de guerra
Pacientes que sofrem de stress pós-traumático correm mais risco de desenvolver problemas cardíacos. É o que revela um estudo feito com veteranos de guerra nos Estados Unidos. A pesquisa, publicada no periódico médico American Journal of Cardiology, analisou 637 veteranos, em sua maioria homens, com idade média de 60 anos, com suspeita de ter doenças cardíacas.
O resultado apontou para a evolução mais rápida da doença cardíaca nos veteranos de guerra. Também foi constatado que esses pacientes estav

A NATUREZA FEMININA E SUAS ESCOLHAS OBJETAIS

Um texto recebido por email de Osvaldo Oliveira em 21 de maio de 2011.


Por Jaqueline Meireles
Pscóloga/Psicoterapeuta


Ao longo da trajetória da psicanálise, a visão da sociedade em relação à mulher passa por vários momentos.

Ao falar sobre a sexualidade feminina surgem variáveis que de certa forma vem contribuir para o estudo, no caso dos tabus sexuais, na mulher sempre foi negada o prazer, seus “órgãos sexuais” eram visto como função unicamente reprodutora, tendo que suprir seu prazer com “arte”, no sentido do ser mãe e esposa (do lar), não mulher.

Dessa forma, muitas mulheres direcionam seu gozo para outras funções fora do desejo sexual, cuja busca pelo prazer sexual vai se tornando um sonho cada vez mais distante do corpo, não só do corpo físico, também do psíquico.

O complexo de castração vai influenciar em suas escolhas objetais, quer seja emocional, profissional ou sexual. Contudo, é bom salientar que

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A ARTE DE ARGUMENTAR: Gerenciando Razão e Emoção - RESENHA

A décima edição do livro A Arte de Argumentar Gerenciando Razão e Emoção escrito pelo autor Antônio Suárez Abreu, que é atualmente professor titular da UNESP e, dentro da Lingüística, trabalha com a linguagem como instrumento de comunicação, é um prato cheio para quem deseja encontrar novas maneiras de se relacionar com as outras pessoas.
É visível o bom gosto em se pôr o nome aos tópicos, os quais chamam muita atenção ao serem lidos. O mais interessante que pode-se perceber do início ao fim do escrito é a utilização de muitos exemplos, usados para representar cada modo de argumentação, o que facilita

sexta-feira, 17 de junho de 2011

APRESENTAÇÃO

Como bem sabemos, estamos em um momento que frequentemente nos colocamos na posição de porta vozes de nossos grupos de trabalho. Não é necessário mencionar a importância de uma preparação prévia juntamente com todo o grupo, apesar de apenas um apresentar, para que todos estejam cientes do que será dito.
Contudo, por vezes a correria de nossos dias nos deixam a desejar nesse sentido, ou seja, quem vai falar é escolhido na hora e, não raras vezes, mais de um deseja falar e expor seu pensameto. Nessa hora observa-se uma situação horrível, alguém está apresentando e um membro do mesmo grupo o interrompe ou pior, o corrige na frente de todos.
Concordo que uma colocação errada não pode e nem deve ser exposta, mas há formas de se "corrigir" alguém do grupo sem que isso transpareça como uma

quarta-feira, 15 de junho de 2011

RELATÓRIO FINAL DE TCC II – AS CONSEQUÊNCIAS COGNITIVAS DO TRABALHO NO DESEMPENHO ACADÊMICO


Marlene Fátima Costa Cassaro*
Italys de Souza França**



Resumo
Este relatório tem por finalidade expor a trajetória de desenvolvimento do projeto cientifico em questão, desenvolvido na disciplina de Trabalho de Graduação II, citando para isso as dificuldades encontradas em sua elaboração, autores, abordagem teórica utilizada, detalhes referentes à orientação prestada pelo professor designado para tal tarefa, no caso a professora Marlene Fátima Costa Cassaro, e demais comentários pertinentes ao desenvolvimento do trabalho.

Palavras-chave: Relatório. Cognição. Graduação.


Abstract
This report aims to expose the steps of scientific development of the project in question, developed in the discipline of Graduate Work II, citing it for the difficulties encountered in their preparation, authors, theoretical approach, details regarding the guidance provided by the teacher assigned to such a task, the teacher Marlene Fatima Costa Cassaro, and other pertinent comments about the development work.

Keywords: Report. Cognition. Graduation.





quinta-feira, 9 de junho de 2011

ABRAHAM MASLOW - Teoria

ZENGO, C. et al.

1 INTRODUÇÃO


Abraham Maslow nasceu em Nova York, em 1908, filho de imigrantes judeus. Seu treinamento inicial não correspondeu a seus interesses futuros, pois ele estudou o comportamento dos primatas na Universidade de Wisconsin, sob orientação de Harry Harlow, que lhe ensinou a importância da metodologia e da observação científicas, e o expos ao trabalho dos antropólogos sociais.
Após concluir seu doutorado, em 1934, voltou para Nova York para ensinar Psicologia no Brooklyn College. Enquanto estava ensinando, Maslow conheceu vários intelectuais que haviam emigrado da Europa, incluindo psicanalistas de renome, incluindo o pioneiro da Gestalt, Max Wertheimer, que o levaram a perceber a importância de enxergar a pessoa como um todo e não como partes isoladas.
Abraham Maslow foi uma das principais figuras do Humanismo, rejeitando as abordagens psicanalíticas e behavioristas, que segundo ele ignoram os aspectos positivos da vida, como a criatividade e o amor.
Descreve uma força motivadora, ”chamada auto-realização” (Kurt Goldstein); que se concentra no potencial do crescimento humano e nas características de indivíduos saudáveis.
No início da década de 1950, ele considerava a psicanálise como a melhor abordagem terapêutica disponível, mas pouco a pouco foi desencantando-se com as influencias Freudianas.
No final da década de 1960, rejeitou o determinismo pessimista de Freud em prol do que ele chamava de terceira Força na Psicologia, sendo a psicanálise e o Behaviorismo as duas primeiras.
É como se Freud nos oferecesse a metade doente da psicologia e nós precisássemos agora preencher a metade saudável.

ABORDAGEM COGNITIVA

CHIMENEZ, V. A. et al.

1 INTRODUÇÃO



A abordagem cognitiva na psicologia foi uma resposta ao behaviorismo, que era a escola predominante de psicologia experimental na época. Não foi uma revolução contra o behaviorismo com o objetivo de transformar o behaviorismo em uma maneira melhor de desempenhar a psicologia adicionando-se um pouco de mentalismo nela. Seu objetivo era descobrir e descrever formalmente o sentido que os seres humanos criavam de suas experiencias com o mundo, e então para propor hipóteses sobre o que os processos de sentido-feitio implicavam.
Neste trabalho procuramos proporcionar um melhor entendimento da Abordagem cognitiva procurando enfatizar seu surgimento e seus pressupostos teóricos.

ESQUIZOFRENIA

CASSOL, D. S.; MIRANDA, D. P.; MORINIGO, J. K. D.; PERACCHIA, A. B.; ROCHA, B. da S.; SALDANHA, P. A. V.


1 INTRODUÇÃO


Nosso trabalho investiga o papel do psicólogo com paciente que sofrem de esquizofrenia, vale ressaltar existem várias formas de conceituar ou entender os conteúdos psicológicos, onde focamos na analise biológica, que é mais conhecida como modelo médico, essa teoria é ligada aos medicamentos psicofármacos.
Essa abordagem busca compreender de maneira global e na obtenção de uma visão mais precisa e detalhada na condição física e das características humanas, essa linha utiliza medicamentos para tratar o comportamento anormal, é um nível prático, as drogas aliviam os sintomas, mas isso não prova que estão realmente está tratando as causas do transtorno, pois é considerada uma pesquisa genética.
O critério da abordagem biológica enxerga o comportamento anormal como uma causa fisiológica, seu maior sucesso é que na terapia com uso de drogas tem produzido importantes benefícios aos indivíduos, porque seu papel crucial é no alivio de sofrimento associado com os transtornos mentais.
Na abordagem biológica obtêm a três hipóteses que podem ocasionar a esquizofrenia, uma delas é a hipótese de um excesso de dopamina que está relacionada na superatividade nas vias neurais, ou seja, um desiquilíbrio neuroquímico. O fator genético pode ser também uma das causas, pois fizeram estudos que comprovaram que a incidência de indivíduos que sofrem esquizofrenia entre os gêmeos idênticos seriam de 100%.

OS MECANISMOS DE DEFESA NA ABORDAGEM PSICANALÍTICA

SILVA, A. V.; SILVA, G. L. da; ALMEIDA, M. A. L.; OLIVEIRA, O. J. de; MACÁRIO, T.


1 INTRODUÇÃO

“Medidas de proteção adotadas pelo Ego (Princípio da Realidade) contra os impulsos provenientes do Id (Princípio do Prazer)”.
(Anna Freud)

Na estrutura psíquica, o ego surge em resposta às frustrações e exigências que o mundo externo impõe ao organismo. À medida que se desenvolve, aprende a obedecer o princípio da realidade, enquanto que o id persiste seguindo o princípio do prazer.
Obviamente, então, haverá conflito entre o ego e o id. O superego incorporou-se ao ego como um controle automático devido às exigências impostas pelo meio. Entretanto, o próprio meio pode ser fonte de tentações para os impulsos do id e haverá então um conflito entre o ego e o superego.
Em vista disto, desenvolvem-se os mecanismos de defesa destinados a proteger a pessoa contra impulsos ou afetos que possam ocasionar aqueles conflitos, os quais são fontes de angustia. A angústia é a reação do ego diante da percepção inconsciente de qualquer ameaça a sua integridade e se traduz por sintomas e sinais equivalentes a uma reação intensa de medo, porém sem objeto aparente. As ameaças podem provir da própria natureza e intensidade do impulso, do sentimento de culpa frente ao superego se houver satisfação do impulso, do sentimento de inferioridade se o impulso não for satisfeito e do receio da crítica social se o indivíduo não rejeitar as próprias tendências.
Os mecanismos de defesa têm funções protetoras e alguns deles são empregados por todos, na vida cotidiana, para conseguir a estabilidade emocional. Podem ser usados para auxiliar na integração da personalidade, apoiando-a na adaptação ao meio e nas relações interpessoais. Entretanto, seu uso pode ser feito de forma inadequada ou mesmo destrutiva, tornando-os em si mesmos, ameaças para o bom funcionamento do ego, levando ao aparecimento de distúrbios psicológicos.


A PSICOLOGIA EM PERSPECTIVA

ALBUQUERQUE, T.; BARBOZA, C.; JUREMEIRA, R.; MARQUES, F.


1 INTRODUÇÃO

Com o passar dos anos e o amadurecimento da ciência psicologia podemos perceber uma crescente necessidade de mudar nossas visões acerca dos métodos. O ser humano permanece uma incógnita e está longe de ser totalmente compreendido.
O presente trabalho nasce deste anseio e visa apresentar novas perspectivas e abordagens que ampliam nosso modo de pensar nos questionando sobre o modelo atual de se fazer ciência.


2. OBJETIVOS

Este trabalho tem por objetivo proporcionar um maior entendimento da problemática que enfrentam os pesquisadores em psicologia, bem como apresentar novas perspectivas de visão para pesquisas compreensões na área.